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MicroContos #3

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Em 2012 nosso Blog possuia a sessão de MicroContos.

Mas o que são MicroContos? São histórias que se conta com poucas palavras.

Resolvemos voltar com a série, e após 5 anos estamos de volta com a terceira compilação de MicroContos

Parabéns Yu Yu Hakusho

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Este ano este amado Anime completa 25 anos de vida e aqui estamos para relembrar um pouco das aventuras de Yusuki Urameshi e sua turma no mundo sobrenatural. Em 1992 foi lançado a história que mostra o protagonista morrendo logo na primeira cena do Anime, saindo das histórias habituais que todos estavam acostumados. O padrão de histórias era sempre de um herói muito forte e perseverante, que combatia o mal com uma personalidade certinha e dentro do padrão. Acontece que Yusuki era completamente diferente, pois era um encrenqueiro que não queria salvar ninguém, apenas matar aula e curtir a vida. Mas então o cara morre e agora para voltar a vida precisa aprender a ser uma boa pessoa e virar um detetive sobrenatural, combatendo as forças malignas que atacam a Terra. Pronto, esse era o enredo de Yu Yu Hakusho. Agora adicione muita comédia, cenas de lutas fantásticas e uma dublagem no Brasil excelente. Assim temos o segredo de um Anime ter tanto sucesso no país.

P.A Entrevista #25- Adriano Silva

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Você gosta de música? Então a entrevista dessa semana trata desse tema como assunto principal, onde entrevistamos o baterista Adriano Silva, da banda Marolado. Alem disso, Adriano é professor de bateria e já tocou em várias bandas independentes ao longo dos anos. Nesta entrevista ele fala sobre a profissão de músico e sua alegrias e dificuldades no mundo da música.


1-) Como surgiu a sua paixão por música?
Acredito que por influência de ver meu pai tocar com os amigos. Eu achava legal ver os amigos se reunirem para fazer um som. Era um meio deles se reunirem, juntar as esposas, as crianças e se divertirem. Gostava da energia que rolava no ambiente.

2-) Por quê você escolheu estudar e tocar bateria?
Sempre que os amigos do meu pai tocavam eu não sei porque, eu começava a pegar baldes, panelas e agulhas de crochê da minha avó e começava a acompanhá-los com o ritmo que eu achava que encaixava com a melodia. As vezes meu pai me mostrava mais ou menos como era o ritmo e eu seguia a eles. Então pedi para o meu pai me pagar aulas de bateria. Hoje trabalho como professor de bateria e música a noite.

3-) Quais as maiores dificuldades que um baterista encontra?
Falando do instrumento para mim seria a parte da coordenação, pois tem que se dedicar e treinar muito, sem desanimar. Falando como trabalho, é muito difícil ser reconhecido e ganhar um cachê legal. E muitas vezes o que chamamos de "se sujeitar a tocar" acontece, quando você pega uma GIG para fazer que não é um som que você curte e a grana não é tão boa e as condições não são as melhores. Falando dos acessórios as coisas são muito caras e não é um instrumento fácil de se carregar.

4-) Como você enxerga o cenário musical no Brasil hoje?
Com as bandas que estou trabalhando atualmente graças a Deus esta rolando legal, sempre tendo procura para fazer shows e tocar também em casamentos e festas. O bom é você estar preparado, atualizado com os estilos musicais e ser sempre eclético, assim vão sempre te procurar e asim você terá mais opções para trabalhar.

5-) Quais dicas você daria para aqueles que querem iniciar uma banda?
Faça por prazer e por diversão, com amigos. Que seja algo que se sinta bem de fazer, e depois as coisas vão acontecendo.

A difícil vida do Brasil no Tênis

terça-feira, 19 de setembro de 2017

No último fim de semana a seleção brasileira de Tênis disputou a Copa Davis enfrentando a seleção japonesa e o resultado final foi catastrófico. O Japão não estava com seu melhor jogador em quadra e assim havia alguma esperança para o Brasil, mas isso não bastou, nos levando a várias incertezas em relação ao esporte em nosso país, tão carente de bons jogadores. Para piorar, o jogador numero 2 do Brasil, Thomaz Belluci acabou não podendo disputar as partidas, e novamente ficamos dependentes da nossa equipe duplas, que modéstia a parte é uma das melhores do mundo. Quanto aos jogos de simples, estávamos a espera de um milagre, porque as coisas seguem difíceis, nos levando a ter saudades de Gustavo Kuerten.


Nas duas primeiras partidas de simples tivemos duas derrotas e para piorar um vexame do tenista brasileiro Guilherme Clezar, que acabou fazendo gestos de preconceito para o juiz asiático, mostrando que educação não é o seu forte. Thiago  Monteiro também não aguentou o tranco e perdeu as duas partidas que disputou, mostrando que falta muito para alcançar um patamar de jogador de elite. A nossa dupla composta por Bruno Soares e Marcelo Melo evitou uma vergonha pior e venceu o seu jogo, mas não foi suficiente e fomos eliminados e ficamos fora novamente do grupo mundial da Copa Davis, pela nona vez, das últimas onze tentativas. Assim notamos que nossa equipe esta longe de ganhar alguma coisa, pois temos problemas na confederação de Tênis, jogadores de fraco desempenho e pouca garra em suas partidas.

Parece que a cada partida nossos jogadores já entram com a mentalidade de derrota, e sabemos que para o Tênis isso é mortal, já que a mentalidade positiva é uma arma para um esporte como esse, pautado por muita resistência mental. Me preocupa o futuro da equipe, pois em alguns anos a nossa dupla ira se aposentar e não tem surgido ninguém talentoso para compor esse espaço. Fico imaginando se Guga ainda jogasse, iriamos longe. Mas a realidade é outra, onde somos dependentes de Thomaz Belluci ter um bom jogo, pois alterna muito, onde em alguns momentos vence com muita garra e em outros perde de forma medonha. Para piorar o nosso tenista numero um do país, Rogerinho, não foi convocado, para logo em seguida ser reconvocado, mas então ele recusou o convite. Desta maneira vemos a bagunça do Tênis nacional. Quem perde? O esporte no país e os amantes do jogo, que ainda possuem esperança para tempos melhores. Voltamos agora a disputar a zona da Ámerica do sul na Copa Davis, e tomara que as coisas mudem, que se tornem menos políticas e pessoais, para então se tornarem mais profissionais e competitivas, pois o Tênis brasileiro, coroado com muitas vitórias no passado merece.

5 coisas loucas dos anos 80/90

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Os anos oitenta e noventa foram tempos onde parecia que a humanidade estava em outra dimensão, já que a televisão e a mídia apresentavam coisas malucas, tanto na televisão como na cultura. Havia de tudo por aqui, onde apresentadoras quase nuas apresentavam programas infantis, quadros inimagináveis nos dias de hoje, músicas totalmente sem noção. Bom, vamos aos cinco fatos mais loucos dessa época de ouro do nosso Brasil.

1-) Duelo Collor contra Lula


Violência? Apologia a armas? Não, que isso, não existia toda essa discussão naquela época. Se era para disputar, então a disputa tinha que ser pra valer. Mãos a arma e bora batalhar. A televisão fez o favor de dramatizar isso, e o que era para ser uma disputa entre presidenciáveis passou a ser uma guerra entre candidatos, uma luta de esquerda contra direita. Parece com hoje? Pode até ser, mas naquela época ninguém escondia o que estava acontecendo, nem mesmo os políticos.

2-) A banheira do Gugu


Sim meus amigos, existiu uma época em que havia um quadro no programa do Gugu, onde famosos lutavam em uma pequena banheira em busca de sabonetes. Ali a safadeza rolava solta em plena tarde de domingo, e o apresentador Gugu se divertia com altos índices de audiência. Por ali passaram Luiza Ambiel, Renata Banhara, Nubia Oliver, Nana Gouvêa e até mesmo o nosso deputado federal Tiririca. É, os tempos eram loucos.

3-) Xuxa apresentando programa infantil quase nua


Hoje as manhãs da Globo é estrelada por programas de saúde, Ana Maria Braga e Fátima Bernardes. Mas nos anos oitenta Xuxa era a rainha dos baixinhos que dominava. Certa vez ela teve a ousadia de usar essa roupa da foto acima para apresentar o programa. Alguém ligou? Alguém reclamou? Os pais quiseram tirar Xuxa do ar? Não, pois nos anos oitenta tudo era permitido, ou não existia tanta malicia como hoje. Nos tempos atuais isso nunca seria permitido, mas naquela época era sucesso garantido.

4-) Chocolate Pan em forma de cigarro


Gosta de Chocolate? E de Cigarro, gosta também? Parecia que isso não tinha nada a ver, mas acredite, vendia-se, e muito, este Chocolate em forma de Cigarro. Naquela época o Cigarro era charme e trazia status para os que fumavam. Como crianças não fumavam o negócio era fazer um Chocolate em forma de Cigarro. Uma péssima escolha, que poderia induzir as crianças a um vicio maior. Ainda bem que notaram isso a tempo, pois isso era muito doido.

5-) Os Trapalhões


Hoje em dia ouvimos muito falar sobre politicamente correto, onde não se pode brincar com nada, pois é perigoso ofender alguém. Nos anos oitenta os Trapalhões não ligavam para isso, e assim zoavam todo mundo. Falavam de nordestino, falavam de negros, brincavam com homossexuais e tudo o que se possa imaginar. Era muito engraçado, muito divertido. Infelizmente os Trapalhões não encontram espaço na televisão hoje em dia, pois a atual geração não suporta as brincadeiras que esses caras faziam.

Por quê Narcos é tão legal?

domingo, 10 de setembro de 2017

A Netflix decidiu investir em uma série que conta a história do tráfico de drogas da Colômbia. A trama começou a dois anos atrás, quando a vida de Pablo Escobar foi o centro da história. Foram duas temporadas focadas em Escobar e o perigoso Cartel de Medelin, onde vimos os terrores de uma organização que não tinha limites para alcançar seus objetivos, comandadas por um homem que buscava mostrar toda sua influência e poder. Já na nova temporada o foco da história é no Cartel de Cali, onde é mostrada a busca do DEA para prender os irmãos Gilberto e Miguel Orejuela. Para aqueles que pensavam que a série iria decair com a saída de Wagner Moura se enganou, pois Narcos manteve um nível sensacional em seu roteiro, levando o seriado para um patamar ainda mais alto.


Narcos consegue ter em seu elenco um leque de atores sensacionais, onde cada um consegue cumprir muito bem o seu papel, ainda mais com um sotaque espanhol que traz um charme especial a trama. Se você gostou de Tropa de Elite e da forma de contar a história de maneira narrativa, irá também gostar de Narcos, já que temos a história narrada pelos agentes do DEA. Outro ponto positivo na série é encontrada nas cenas de ação, onde os tiroteios e mortes não são abafados, levando a série a um nível de violência alto. O clima e tom de tensão de suspense acompanham o ritmo do seriado, principalmente nas cenas onde vemos o DEA caçando os narcotraficantes. Enfim, Narcos prova que uma série com atores em sua maioria latinos consegue sustentar uma ótima trama, ainda mais quando ela também encontra a sua origem em um país também latino.

O alvo de seus criadores é seguir mostrando todo percurso do narcotráfico, e tudo indica que na próxima temporada o alvo será o México, exatamente onde as drogas encontram passagem direta para os EUA. Narcos busca mostrar todo terror que estes narcotraficantes causaram na história e o  mal que causaram para a Colômbia, claro, sobre os olhos dos americanos. Muitos na Colômbia não concordam com o que está sendo mostrado, outros dizem que os fatos não são verdadeiros, mas ainda assim, os acontecimentos seguem sendo reais. O objetivo ainda é seguir mostrando toda luta contra as drogas, ou seja, pode ser que essa linha do tempo possa passar até mesmo pelo Brasil. O que faz Narcos ser tão boa? Ela é real, é a realidade em tela. Enquanto outras séries se baseiam em fantasia e Dragões, Narcos foca em histórias reais, contada através de personagens que de fato existiram.

P.A Entrevista #24- Henrique Silva

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

O mercado de quadrinhos do Brasil está crescendo bastante, e na entrevista da semana temos o autor e desenhista Henrique Silva. Ele é o autor de duas ótimas HQ. Ele escreveu e desenhou "Sentido", onde mostra a vida cotidiana, e também é autor de "Relógio", um ótimo drama. Enfim, Henrique nesta entrevista nos fala sobre quadrinhos e o mercado brasileiro.


1-) Como surgiu a sua paixão por quadrinhos?
Era o ano de 2002, eu tinha cinco anos na época e meus pais me levaram ao cinema para ver o filme do Homem Aranha. Fiquei tão extasiado e empolgado com o personagem que queria mais daquilo. A partir dai comecei a consumir quadrinhos de super heróis, especificamente do Homem Aranha que ainda é meu personagem favorito e no qual eu ainda leio histórias até hoje. Por volta de 2011 descobri novas formas de quadrinhos quando me deparei com o trabalho dos gêmeos Fabio Moon e Gabriel Bá. Vi nas obras deles o gigante potencial que os quadrinhos têm para contar qualquer tipo de história, inclusive sobre o cotidiano, sobre o amor, sobre a perda e coisas além da ação impactante dos quadrinhos de heróis. Daí em diante fui conhecendo autores que se tornarem referencias para mim, como o Will Eisner, Art Spielgman e Craig Thompson.

2-) Quais são as suas maiores dificuldades como quadrinista independente?
Bem, acho que a primeira dificuldade que me vem a mente é ter de conciliar "trabalhos que pagam a conta" com o trabalho com quadrinhos. Você precisa saber se organizar para conseguir produzir as páginas da HQ (que geralmente demandam muito tempo) no período disponível que você tem, e muitas vezes isso significa virar a noite desenhando páginas. Além disso, ainda tenho o problema da distribuição. Fazer o seu quadrinho chegar ao público sempre é um problema quando a obra já está pronta, os eventos e a internet facilitam as coisas mas inda não é suficiente.

3-) Como surgem as ideias para as suas histórias?
Geralmente as ideias partem de alguma vivência pessoal ou de alguém próximo a mim, que acabo me inspirando. Tendo isso, costumo trabalhar com o que eu quero passar com uma história e qual a melhor forma de fazer isso, sempre buscando retratar emoções reais e humanas para que o público possa criar um elo com o personagem e se identificar com a história.

4-) Como você enxerga o mercado de quadrinhos no Brasil?
Em crescimento. A cada ano nota-se um crescente de pessoas interessadas no quadrinho autoral brasileiro e isso fortalece o mercado e estimula os autores a produzirem mais e melhor. Porém, ainda é um nicho pequeno, como toda a produção autoral no Brasil. A mídia quase não da espaço e isso ajuda a manter um certo preconceito que existe para com os quadrinhos e sua produção nacional.

5-) Quais dicas você daria para aqueles que querem escrever uma HQ?
Primeira: para fazer quadrinhos você precisa amar quadrinhos.
Segunda: leia todo tipo de histórias, de todos os estilos e traços. Isso vai fazer com que tenha uma bagagem linguística e facilitará na hora de compor um bom roteiro e montar seu quadrinho
Terceira: estude sobre quadrinhos, isso vai desde saber como funciona uma boa narrativa e como ter diálogos interessantes até composição de imagem, enquadramento, cores e outras questões estéticas.
Quarta: esteja disposto a dar a cara a tapa. É como se o autor colocasse no papel uma parte de si e expusesse a todos. As pessoas farão relação dos personagens, dos acontecimentos, dos sentimentos da história com você e com sua vida, mesmo que não seja verdade, será a interpretação delas.
Quinta e última dica: para fazer quadrinhos você precisa amar quadrinhos

 

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