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O dia em que o pobre ficou rico

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Lia era uma mulher muito atarefada, corria o tempo todo, sempre estava ocupada, não tendo muitas vezes tempo nem para respirar. Já fazia alguns anos que ela estava morando na Austrália e aqui as pessoas não olhavam muito umas para outras, mas ela era brasileira, tinha que mostrar que possuía um pouco de compaixão e calor humano. Lia não entendia o porque de tanta indiferença na vida das pessoas, o porque que ninguém ajudava ninguém.

Todos os dias ao acordar ela encontrava um cara na rua que vivia pedindo dinheiro, e isso era todo dia. O pessoal da rua chamava ele de Paul. Apesar das pessoas conhecerem o nome dele, ninguém o ajudava, poucos olhavam para ele e com muita raridade ele recebia alguma moeda. Mas o que mais surpreendia Lia, era o fato de Paul não desistir, pois todos os dias ele se achava no mesmo local, pedindo dinheiro. Chegou um dia em que Lia resolveu ajudá-lo, pois o que ele pedia era absurdo e ao mesmo tempo engraçado.

-Moça, eu estava querendo comprar um bilhete da loteria, será que você poderia me dar o dinheiro para comprar?

- Sério? Ah, bem, tudo bem, eu lhe dou o dinheiro - Lia não estava acreditando no pedido, achou engraçado e se sentiu no Brasil.


E a semana passou novamente com toda aquela velocidade que só as cidades grandes conseguem proporcionar. Lia seguiu o trabalho e toda vez ao acordar ela ainda via Paul pedindo esmola para as pessoas na rua. Assim foi por três dias seguidos, mas no quarto dia Lia não viu Paul na rua. Será que tinha acontecido alguma coisa? Será que ele tinha sido atropelado ou morto? Foi então que andando pela rua viu Paul de longe. Ele vinha correndo com um largo sorriso no rosto.

- Oi moça, eu te encontrei, que bom. Achei que não encontraria a senhora - dizia Paul todo animado.

- O que houve Paul? Esta tudo bem?

- Sim, sim. É que na verdade eu precisava pagar o que estava devendo para a senhora. Eu acabei ganhando na loteria e estou devolvendo o dinheiro que a senhora me deu.

- Nossa, que legal cara- a euforia tomou conta de Lia, ela não acreditava no que estava ouvindo - que bom, e agora o que você vai fazer?

- Bem, agora que estou rico- Paul seguia rindo - vou voltar para a minha cidade, ajudar a minha mãe, refazer a minha vida.

-Bom, até mais então. Boa sorte.

E assim Paul seguiu em frente, buscando uma nova vida. Lia ficou ali e depois sentou no banco em que Paul ficou por tanto tempo pedindo dinheiro. Lia esta muito feliz, pois a sua pequena ajuda foi capaz de ajudar uma pessoa a mudar de vida, e isso ela nunca esqueceria. Bem, e nem ele!

Pescaria do tempo

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Pedro e Tiago foram pescar. Eles pescam desde que estavam na oitava série, onde cada um possuia quatorze anos. Hoje cada um tem trinta anos, e eles investem em pescaria uma vez por mês. Eles falam de trabalho, conversam sobre família e planos para o futuro. Antigamente falavam sobre mulheres, sobre futebol e video-games. Mas o tempo passou, e agora cada um fala dos problemas da vida adulta, mas nenhum deles abriu mão da pescaria.

- E ai Pedro, você não sente saudades dos tempos da nossa adolescência?

- Sinto sim, mas por isso evito pensar.

- Poxa, mas é tão bom pensar naqueles dias. Me lembro de tanta coisa. Da até um aperto me lembrar das zoeiras da galera, daquela energia que nós tínhamos, das coisas que sonhávamos.

- É por isso que não penso, como você mesmo disse: dói.

- Mas Pedro, dói porque nós queremos viver aquilo de novo.

- Então Tiago, você quer viver aquilo de novo com tanta força que acaba sentindo dor, porque não tem como voltar no tempo e viver aquilo de novo. É mesma coisa de querer viver uma época em que não viveu, ver uma banda que não existe mais. É impossível.


- Acho melhor olhar para o passado do que ficar agoniado igual você, que só pensa no futuro, no que ainda nem aconteceu - disse Tiago.

- Pois é, eu sei. Isso é um problema que tenho desde a infância. Ficava ansioso para as excursões da escola, ansioso para conhecer alguém. Nunca foi fácil para mim, você sabe disso.

- To ligado Pedro, foi por isso que começamos a pescar, você tinha lido que pescar era algo bom de fazer, acalmava a mente.

- Isso mesmo. Lembro que eu tinha lido nessa revista de que quem vive pensando no futuro vive ansioso e se sentindo mal. Pode dar dores de cabeça, stress e mais um monte de coisas ruins.

- Que doidera, eu sou um saudosista enquanto você é um ansioso. O ser humano tem cada coisa.

- Como minha mãe sempre diz, temos que viver o hoje, só o agora interessa.

- Concordo com ela, quem vive o hoje esta realmente vivendo. Sua mãe é uma sábia.

- Agora quem precisa ser sábios somos nós -  e os dois deram risadas.

- Bom cara, então bora pescar, esse é o nosso hoje.

- Bora la.

Durant, você é ridiculo

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Na ultima semana terminou mais uma temporada da NBA, onde o Golden State Warriors venceu novamente o campeonato. O grande fator de mudança para a equipe de Okland, sem duvida, foi a contratação de Kevin Durant. Desde o inicio da temporada todos apontavam os Warriors como favoritos, pois agora eles teriam mais uma forte arma, juntando Durant com o MVP Stephen Curry e Klay Thompson. O titulo era uma questão de tempo, e ele veio mesmo. Nos Playoffs eles atropelaram os adversários, tendo apenas uma derrota, fazendo os Playoffs ficarem até mesmo chato neste ano. Mas quando foi que Kevin Durant surgiu? Ele é realmente tudo isso?


Kevin Durant apareceu na NBA em 2007, como a segunda escolha do draft, sendo escolhido pelo Seattle Supersonics, onde conseguiu o prêmio de calouro do ano. A franquia mudou de nome, começando a era do Oklahama City Thunder, e assim Durant conseguiu em 2010 levar a sua equipe pela primeira vez aos Playoffs. Mesmo perdendo na primeira partida, Durant começava a fazer o seu nome ser reconhecido na história do basquete. Em 2011 levou o seu time para a final da conferência, onde perdeu para o Dallas Mavericks. Mas 2012 foi o grande ano, onde junto com James Hardem e Russel Westbrock foi até a final da NBA, contra o estrelado Miami Heat de Bosh, Wade e Lebron. Como o esperado, o time de Miami liquidou a partida, mas Durant se tornava um dos grande nomes da NBA, chegando também ao titulo olímpico com a seleção americana.

Em 2016 Durant chegou novamente as finais da conferencia, mas perdeu para o Golden State Warriors, o que o levou a tomar uma decisão: ele queria títulos. Com o alvo de ganhar o seu anel da NBA, ele resolveu se unir aos Warriors, e conheceu assim a raiva de Oklahama, onde seus fãs chegaram até mesmo a queimar as suas camisas. Kevin Durant começou o ano nos Warriors, mostrando que seria um grande ano, e mesmo com um susto com sua contusão, ele voltou a tempo de se tornar campeão e MVP das finais. O peso saiu de suas costas, onde tivemos um Durant decisivo e fatal, sendo sim o melhor jogador em quadra. Com uma idade ainda jovem e encaixado em um bom time, Durant pode agora começar um novo reinado, a "Era Durant". Para muitos ele tem tudo para ser melhor do que Lebron James, batendo recordes e ganhando vários títulos. Quanto ao futuro, o céu é o limite para Durant.

Ele gostava dela, que gostava dele, que gostava dela

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Gabriel era um cara romântico e apaixonado pela Flavia, tentava a todo custo se aproximar dela, fazer ela gostar dele, fazer ela se apaixonar do mesmo jeito que ele gostava dela.

Flavia gostava de Pedro, curtia o jeito que ele falava, gostava de como ele se comportava perto dos outros. Era o cara mais descolado da turma, se vestia bem, falava bonito e tinha influência com todos. Mas como fazer ele gostar dela? Como levar ele a olhar de uma forma diferente para ela?

Pedro estava totalmente cego de amor por Jéssica. Na última semana ele mandou flores para ela, pediu para amigos entregarem uma carta romântica. Tudo para tentar chamar a atenção, tudo para levar ela a notar que o que ele sentia era algo verdadeiro, era algo que valia a pena ser notado.

Jéssica tinha namorado Paulo por um tempo, mas eles tinham terminado o namoro já fazia duas semanas. Acontece que Jéssica estava sofrendo de amor, com uma dor que misturava saudade e raiva. Por que será que ele a deixou? Por que será que ele escolheu um outro caminho? Poxa, o que Jéssica mais queria era estar com Paulo novamente.

Paulo largou Jéssica já faz duas semanas. Ele não gostava mais dela, por isso não tinha porque continuar com algo que la na frente iria dar tudo errado e ele iria acabar sendo infeliz por toda a vida. Paulo decidiu que iria atrás de quem ele gostava de verdade, de alguém que fizesse o seu coração arder. Ele decidiu que essa pessoa era a Ana, pois ninguém mexia tanto com ele como a Ana mexia.


Ana era uma menina complicada, não conseguia gostar assim tão fácil de alguém, e sofria por isso. Ela queria se apaixonar de verdade, viver um romance como o dos seus pais, mas até agora não aparecia nada e nem ninguém que chamasse a sua atenção. Um era muito feio, o outro não trabalhava, o outro não era homem o suficiente. Mas um certo dia ela conheceu um cara novo no seu trabalho. O nome dele era Gabriel. Um cara jovem, mas que vivia no mundo da lua, talvez apaixonado por alguém.

Gabriel era um cara romântico e apaixonado pela Flavia. Tentava a todo custo se aproximar dela, fazer ela gostar dele, fazer ela se apaixonar do mesmo jeito que ele gostava dela. 

E nesse efeito dominó, cada um gostava de uma pessoa diferente e no fim nenhum teve o que queria, e acabaram também perdendo o que precisavam. A pessoa certa talvez estivesse ao lado, ou atrás de cada um, mas por preferirem olhar para outro foco perderam também a oportunidade.



5 melhores Cronistas do Brasil

sexta-feira, 17 de março de 2017

Ah como eu gosto de Crônicas, se você já me acompanha aqui no Blog já deve ter percebido isso. Gosto de ler assim como gosto de escrevê-las. Existem Crônicas que relatam um momento e o assunto é dissecado de uma maneira bem divertida. Um outro estilo de Crônicas são aquelas pequenas histórias que retratam um momento, um recorte da vida. Aqui vou listar os meu 
Cronistas brasileiros favoritos:

1-) Rubem Alves


Se eu pudesse escolher uma pessoa para sentar e conversar em uma tarde seria esse homem. A forma que ele escrevia era uma forma leve e tranquila, que trazia leveza para a alma. Rubem Alves era teólogo, Psiquiatra e Educador. Um homem que através de suas cronicas mostrava que a vida era boa de mais e deveríamos vive-la com muita alegria. O meu livro favorito dele é "Se eu pudesse viver a minha vida novamente" e "Ostra feliz não faz pérolas". Merece ser lido sempre.

2-) Antonio Prata


Esse é um cara bastante ativo de nossos tempos, que tem como principal fonte a coluna da Folha, onde a cada semana Antonio nos apresenta um cronica muito boa para nos divertir e mostrar fatos do cotidiano. Antonio Prata nos traz o cotidiano como um momento igual para todo mundo, onde a cada cronica vemos situações em que nós mesmos passamos e então rimos por ver tudo tão bem mostrado através da escrita. Bons livros escritos por ele são "Nu de botas" e também "Trinta e poucos", uma coleção de suas cronicas escritas na Folha.

3-) Rob Gordon


Ele não é tão conhecido da grande mídia, mas os seus textos me encantam, pois ao ler seus textos é passado uma visão de que escrever é tão fácil, que da vontade de pegar uma caneta ou o computador e sair escrevendo. Rob escreve tanto cronicas do cotidiano como recortes de momentos da vida, e tudo de forma muito divertida e próxima das nossas vidas. Rob Gordon também escreve contos como "O dia em que a inspiração apareceu" e é roteirista da HQ "Terapia".

4-) Luis Fernando Veríssimo


Veríssimo dispensa apresentações, ele é uma lenda das cronicas, com histórias muito divertidas e simples de se ler, boas para passar o tempo e fácil de querer mostrar para outras pessoas. Eu confesso que dei muita risada com o livro clássico "O Analista de Bagé", além de suas obras muito famosas como "Comédia da vida privada" e "Amor Veríssimo".  Ele também escreve suas colunas nos jornais Globo e Estadão.

5-) Fernando Sabino


O bom Sabino é leitura obrigatória para todos que querem escrever uma boa cronica, pois sem dúvidas ele é sensacional, com cronicas curtas e muito bem escritas. Foi o primeiro cronista que li e logo busquei outros livros dele para ler e conhecer melhor. "A mulher do vizinho" é uma ótima coleção de cronicas para ler, assim como "O menino do espelho" para viajarmos até a infância de Sabino e ver como ele vivia.

Aposta entre amigos

quarta-feira, 15 de março de 2017

Eram quatro amigos, ainda jovens, ainda correndo atras de seus objetivos. Pedro, Marcos, Lucas e André acabavam de terminar o terceiro grau do colegial e tinham expectativas do que viria pela frente nos próximos anos. Lucas pensava em fazer faculdade, André e Marcos queriam ir direto para o mercado de trabalho, enquanto Pedro pensava bastante em fazer algumas viagens. Mas em comum eles tinham algo: todos queriam encontrar a garota de seus sonhos, buscar uma mulher para poderem ter uma caminhada juntos. Então aproveitando o final de ano eles decidiram fazer uma aposta ou uma promessa, cada um interprete como quiser.

-Vamos combinar que até o final do ano que vem cada um de nós já estará namorando? - sugeriu André

- Opa, fechado, essa eu levo fácil - respondeu Lucas

-Demoro, eu concordo - disseram Pedro e Marcos.

Mas como toda promessa, alcançar e realizar é sempre mais difícil, e assim o ano foi passando e alguns tiveram chances, enquanto outros nem passaram perto de ter alguma conquista. E o fim do ano chegou, e o resultado era engraçado, se não fosse trágico. Lucas tentou mas acabou sofrendo com uma garota, Pedro e Marcos não chegaram a conhecer ninguém, enquanto André pelo menos estava já conversando com uma garota que gostava.

- Caramba, ninguém conseguiu nada - disse Marcos dando risada

- Pois é, foi perto para mim, acho que ano que vem to namorando - disse André


E mais uma vez os amigos voltavam a fazer a mesma promessa, de que no próximo ano todos já estariam namorando. Não tinha como dar errado, desta vez eles iam conseguir, eram jovens e cheios de energia, dessa vez ia dar certo.

- Então combinado, no próximo ano todo mundo namorando! -disse Lucas

E o ano foi passando, agora eles trabalhavam e as oportunidades já eram melhores, pois iam conhecendo novas pessoas e novos lugares. Desta vez André conheceu uma mulher e se encantou por ela, e conseguiu começar a namorar. Ao fim do ano ele era o único que estava namorando e tinha conseguido cumprir a promessa.

- Eu falei que esse ano ia dar certo, eu consegui. Agora vocês são muito devagar - André ficava zuando os amigos.

Novo ano, nova promessa, e assim seguiu mais um ano, e depois outro, e depois outro e nenhuma mudança. Pedro conseguiu namorar uma menina por três meses, Lucas conseguiu ir um pouco mais longe, namorou por seis meses, mas como no fim do no já estavam solteiros a aposta não estava cumprida. André seguia firme e anunciava que estaria se casando no ano seguinte, para preocupação dos amigos solteiros.

Como tinha dito, André se casou e também se tornou pai, enquanto Pedro começava a colocar em prática seus planos de viagem. Eles já estavam chegando na casa dos trinta anos, começando a sentir o frio na barriga de ficarem ainda solteiros. Mas como um passe de mágica Lucas conseguiu namorar e chegou a alcançar a promessa, para depois se casar também.

- Agora só falta o Marcos e o Pedro - dizia André, para colocar pressão nos amigos.

Mais dois anos se passaram e aquela promessa de muitos anos atrás ficou para a história, ficou para a zoeira de cada reencontro, de cada churrasco realizado entre os amigos. André já estava com mais um filho, Lucas se preparando para ter o seu, enquanto Pedro finalmente alcançou a promessa e começava também o seu namoro. Marcos era o bola da vez, o cara que ainda estava solteiro, mas fingia não se preocupar com a situação.

- Nossa, em pensar que já faz dez anos que fizemos aquela promessa de ter alguém no fim do ano. - disse Lucas.

- Verdade, o tempo passa - disse Pedro.

- Sinal que nossa amizade é forte, e ficou histórias para contar - disse André.

- Mas não vamos nos esquecer que ainda falta o Marcos.

- Vamos então fazer a promessa de novo, ano que vem o Marcos vai estar namorando - disse Pedro, arrancando risadas de todos e preocupação em Marcos.

Por que Stephen Curry não é mais o cara da NBA?

segunda-feira, 13 de março de 2017

A temporada da NBA esse ano esta de arrepiar, sendo uma das mais disputadas em anos, com muitos craques concorrendo a MVP da temporada. Mas a dois anos atrás um nome surgia e parecia que seria para fazer história. Stephen Curry e suas bolas de três pontos faziam história naquele campeonato, onde no fim ele e seu parceiro Klay Thompson levaram o Golden State ao titulo, e Curry se tornou o MVP da temporada regular. No ano seguinte o impacto foi ainda maior, onde Curry se tornou MVP com recorde de votos, e o seu time quebrou o redorde de vitórias seguidas, mas infelizmente o titulo não veio. Mas neste ano Curry não esta conseguindo jogar como nos dois últimos anos, a coisa não esta fácil para ele, e gostaria de enumerar alguns motivos da sua queda de rendimento esse ano.


1-) Os adversários aprenderam como marcá-lo

Ninguém é bobo, ainda mais em um esporte como o basquete, onde a estratégia é algo vital. Por dois anos Curry arremessava da onde queria e conseguia acertar tudo, mas agora o espaço para ele esta reduzido. As defesas aprenderam a conter seus arremessos, fazendo com que ele tivesse chances reduzidas e erros maiores. Observe que em muitos jogos Curry consegue apenas fazer o simples, pois a defesa adversária esta grudada nele para conter os arremessos de três pontos.

2-) Fator Kevin Durant

Stephen Curry era o cara do Golden State, fazia o que queria, mas esse ano chegou um cara sensacional para jogar no time, um cara que na minha opinião é melhor do que ele e tem tudo para ser o cara do time e da NBA nos próximos anos. Kevin Durant chegou tímido, mas aos poucos foi se soltando e se tornou a principal arma do time. Com isso todo o jogo do Golden mudou, e eles não ficaram presos aos arremessos de três pontos, diminuindo então os arremessos de Curry, que deixou de ser o protagonista do time. Isso sem falar da ameaça de Kevin Durant, que deve trazer uma pressão maior para Curry jogar mais do que estava acostumado.


3-) Adaptação do time 

Novamente Kevin Durant. Sim, quando um cara como ele chega tudo muda. O time mudou esse ano, onde alguns jogadores acabaram saindo e outros chegando, mudando a rotação do time em quadra, levando outros a se adaptarem as mudanças. Talvez Curry ainda não pegou no tranco por simples adaptação ao novo time. Parece simples olhando de fora, parece que não muda nada, mas muda sim, e até a adaptação acontecer leva um tempo.

4-) Crescimento dos jogadores dos outros times

A NBA não vive só de Curry, e vemos isso nesse ano com vários jogadores monstros se destacando, tanto que Curry não está nem entre os cotados para ser MVP esse ano. O Houston esta com James Harden arrebentando, o Boston tem como arma principal o habilidoso Isaiah Thomas, o Spurs com o destaque da temporada Kawhi Leonard, sem falar de Lebron James e tantos outros mostrando que merecem ser grandes. Com tanta gente boa jogando o foco saiu um pouco de Curry. Agora é esperar os Playoffs para Curry mostrar que ainda é o cara da NBA.


 

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