Seguidores

Tecnologia do Blogger.

Visitantes

5 coisas loucas dos anos 80/90

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Os anos oitenta e noventa foram tempos onde parecia que a humanidade estava em outra dimensão, já que a televisão e a mídia apresentavam coisas malucas, tanto na televisão como na cultura. Havia de tudo por aqui, onde apresentadoras quase nuas apresentavam programas infantis, quadros inimagináveis nos dias de hoje, músicas totalmente sem noção. Bom, vamos aos cinco fatos mais loucos dessa época de ouro do nosso Brasil.

1-) Duelo Collor contra Lula


Violência? Apologia a armas? Não, que isso, não existia toda essa discussão naquela época. Se era para disputar, então a disputa tinha que ser pra valer. Mãos a arma e bora batalhar. A televisão fez o favor de dramatizar isso, e o que era para ser uma disputa entre presidenciáveis passou a ser uma guerra entre candidatos, uma luta de esquerda contra direita. Parece com hoje? Pode até ser, mas naquela época ninguém escondia o que estava acontecendo, nem mesmo os políticos.

2-) A banheira do Gugu


Sim meus amigos, existiu uma época em que havia um quadro no programa do Gugu, onde famosos lutavam em uma pequena banheira em busca de sabonetes. Ali a safadeza rolava solta em plena tarde de domingo, e o apresentador Gugu se divertia com altos índices de audiência. Por ali passaram Luiza Ambiel, Renata Banhara, Nubia Oliver, Nana Gouvêa e até mesmo o nosso deputado federal Tiririca. É, os tempos eram loucos.

3-) Xuxa apresentando programa infantil quase nua


Hoje as manhãs da Globo é estrelada por programas de saúde, Ana Maria Braga e Fátima Bernardes. Mas nos anos oitenta Xuxa era a rainha dos baixinhos que dominava. Certa vez ela teve a ousadia de usar essa roupa da foto acima para apresentar o programa. Alguém ligou? Alguém reclamou? Os pais quiseram tirar Xuxa do ar? Não, pois nos anos oitenta tudo era permitido, ou não existia tanta malicia como hoje. Nos tempos atuais isso nunca seria permitido, mas naquela época era sucesso garantido.

4-) Chocolate Pan em forma de cigarro


Gosta de Chocolate? E de Cigarro, gosta também? Parecia que isso não tinha nada a ver, mas acredite, vendia-se, e muito, este Chocolate em forma de Cigarro. Naquela época o Cigarro era charme e trazia status para os que fumavam. Como crianças não fumavam o negócio era fazer um Chocolate em forma de Cigarro. Uma péssima escolha, que poderia induzir as crianças a um vicio maior. Ainda bem que notaram isso a tempo, pois isso era muito doido.

5-) Os Trapalhões


Hoje em dia ouvimos muito falar sobre politicamente correto, onde não se pode brincar com nada, pois é perigoso ofender alguém. Nos anos oitenta os Trapalhões não ligavam para isso, e assim zoavam todo mundo. Falavam de nordestino, falavam de negros, brincavam com homossexuais e tudo o que se possa imaginar. Era muito engraçado, muito divertido. Infelizmente os Trapalhões não encontram espaço na televisão hoje em dia, pois a atual geração não suporta as brincadeiras que esses caras faziam.

Por quê Narcos é tão legal?

domingo, 10 de setembro de 2017

A Netflix decidiu investir em uma série que conta a história do tráfico de drogas da Colômbia. A trama começou a dois anos atrás, quando a vida de Pablo Escobar foi o centro da história. Foram duas temporadas focadas em Escobar e o perigoso Cartel de Medelin, onde vimos os terrores de uma organização que não tinha limites para alcançar seus objetivos, comandadas por um homem que buscava mostrar toda sua influência e poder. Já na nova temporada o foco da história é no Cartel de Cali, onde é mostrada a busca do DEA para prender os irmãos Gilberto e Miguel Orejuela. Para aqueles que pensavam que a série iria decair com a saída de Wagner Moura se enganou, pois Narcos manteve um nível sensacional em seu roteiro, levando o seriado para um patamar ainda mais alto.


Narcos consegue ter em seu elenco um leque de atores sensacionais, onde cada um consegue cumprir muito bem o seu papel, ainda mais com um sotaque espanhol que traz um charme especial a trama. Se você gostou de Tropa de Elite e da forma de contar a história de maneira narrativa, irá também gostar de Narcos, já que temos a história narrada pelos agentes do DEA. Outro ponto positivo na série é encontrada nas cenas de ação, onde os tiroteios e mortes não são abafados, levando a série a um nível de violência alto. O clima e tom de tensão de suspense acompanham o ritmo do seriado, principalmente nas cenas onde vemos o DEA caçando os narcotraficantes. Enfim, Narcos prova que uma série com atores em sua maioria latinos consegue sustentar uma ótima trama, ainda mais quando ela também encontra a sua origem em um país também latino.

O alvo de seus criadores é seguir mostrando todo percurso do narcotráfico, e tudo indica que na próxima temporada o alvo será o México, exatamente onde as drogas encontram passagem direta para os EUA. Narcos busca mostrar todo terror que estes narcotraficantes causaram na história e o  mal que causaram para a Colômbia, claro, sobre os olhos dos americanos. Muitos na Colômbia não concordam com o que está sendo mostrado, outros dizem que os fatos não são verdadeiros, mas ainda assim, os acontecimentos seguem sendo reais. O objetivo ainda é seguir mostrando toda luta contra as drogas, ou seja, pode ser que essa linha do tempo possa passar até mesmo pelo Brasil. O que faz Narcos ser tão boa? Ela é real, é a realidade em tela. Enquanto outras séries se baseiam em fantasia e Dragões, Narcos foca em histórias reais, contada através de personagens que de fato existiram.

P.A Entrevista #24- Henrique Silva

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

O mercado de quadrinhos do Brasil está crescendo bastante, e na entrevista da semana temos o autor e desenhista Henrique Silva. Ele é o autor de duas ótimas HQ. Ele escreveu e desenhou "Sentido", onde mostra a vida cotidiana, e também é autor de "Relógio", um ótimo drama. Enfim, Henrique nesta entrevista nos fala sobre quadrinhos e o mercado brasileiro.


1-) Como surgiu a sua paixão por quadrinhos?
Era o ano de 2002, eu tinha cinco anos na época e meus pais me levaram ao cinema para ver o filme do Homem Aranha. Fiquei tão extasiado e empolgado com o personagem que queria mais daquilo. A partir dai comecei a consumir quadrinhos de super heróis, especificamente do Homem Aranha que ainda é meu personagem favorito e no qual eu ainda leio histórias até hoje. Por volta de 2011 descobri novas formas de quadrinhos quando me deparei com o trabalho dos gêmeos Fabio Moon e Gabriel Bá. Vi nas obras deles o gigante potencial que os quadrinhos têm para contar qualquer tipo de história, inclusive sobre o cotidiano, sobre o amor, sobre a perda e coisas além da ação impactante dos quadrinhos de heróis. Daí em diante fui conhecendo autores que se tornarem referencias para mim, como o Will Eisner, Art Spielgman e Craig Thompson.

2-) Quais são as suas maiores dificuldades como quadrinista independente?
Bem, acho que a primeira dificuldade que me vem a mente é ter de conciliar "trabalhos que pagam a conta" com o trabalho com quadrinhos. Você precisa saber se organizar para conseguir produzir as páginas da HQ (que geralmente demandam muito tempo) no período disponível que você tem, e muitas vezes isso significa virar a noite desenhando páginas. Além disso, ainda tenho o problema da distribuição. Fazer o seu quadrinho chegar ao público sempre é um problema quando a obra já está pronta, os eventos e a internet facilitam as coisas mas inda não é suficiente.

3-) Como surgem as ideias para as suas histórias?
Geralmente as ideias partem de alguma vivência pessoal ou de alguém próximo a mim, que acabo me inspirando. Tendo isso, costumo trabalhar com o que eu quero passar com uma história e qual a melhor forma de fazer isso, sempre buscando retratar emoções reais e humanas para que o público possa criar um elo com o personagem e se identificar com a história.

4-) Como você enxerga o mercado de quadrinhos no Brasil?
Em crescimento. A cada ano nota-se um crescente de pessoas interessadas no quadrinho autoral brasileiro e isso fortalece o mercado e estimula os autores a produzirem mais e melhor. Porém, ainda é um nicho pequeno, como toda a produção autoral no Brasil. A mídia quase não da espaço e isso ajuda a manter um certo preconceito que existe para com os quadrinhos e sua produção nacional.

5-) Quais dicas você daria para aqueles que querem escrever uma HQ?
Primeira: para fazer quadrinhos você precisa amar quadrinhos.
Segunda: leia todo tipo de histórias, de todos os estilos e traços. Isso vai fazer com que tenha uma bagagem linguística e facilitará na hora de compor um bom roteiro e montar seu quadrinho
Terceira: estude sobre quadrinhos, isso vai desde saber como funciona uma boa narrativa e como ter diálogos interessantes até composição de imagem, enquadramento, cores e outras questões estéticas.
Quarta: esteja disposto a dar a cara a tapa. É como se o autor colocasse no papel uma parte de si e expusesse a todos. As pessoas farão relação dos personagens, dos acontecimentos, dos sentimentos da história com você e com sua vida, mesmo que não seja verdade, será a interpretação delas.
Quinta e última dica: para fazer quadrinhos você precisa amar quadrinhos

Histórias de amor- O dia em que o mundo apagou

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Já era noite na Avenida Paulista, e Paulo estava cansado da correria. Já era sexta feira na Avenida Paulista, e Paulo não via a hora de chegar o final de semana para poder descansar. Já era tempo de Paulo se esquecer de Luana, aquela mulher por quem ele se apaixonou. Já era hora dele se esquecer dela, mas como ele ia fazer isso? A Luana trabalhava no mesmo lugar que ele. Já havia muito tempo que eles tinham terminado, tipo uns seis meses, mas para ele parecia que tinha sido ontem, pelo tanto que doía.

Paulo saiu da sua sala e olhou para o pessoal em volta. Havia ainda algumas pessoas, e entre elas a Luana estava la. Aqueles cabelos negros, aqueles olhos castanhos que lhe tiravam o ar. Ele olhava para ela se lembrava daqueles dias de inverno onde saiu para tomar chocolate quente. Como não lembrar daquele dia de verão na praia? Paulo tentava espantar os pensamentos, mas por dentro ele queria mesmo era morar naqueles pensamentos, pois ali ele tinha ela para sempre. Que saudades, que saudades! 


Paulo subiu as escadas para ir em outro setor do seu trabalho, enquanto pela janela ele observava as luzes dos prédios iluminando a cidade. Quantas pessoas la fora, quanta gente vivendo. As pessoas aos poucos esvaziavam o escritório, e ao descer as escadas para também ir embora ele acabou trombando Luana. A mente dele torcia para isso não acontecer, mas o coração dele pulsava por esse encontro. 

- Oi, tudo bem?

- Tudo sim.

Aquele silêncio entre eles, o que aquilo significava? Era bom ou ruim? Era sinal de saudade ou de indiferença? Mais alguns segundos passaram, era agora o momento de falar algo ou uma chance de sair de mansinho. Paulo resolveu que ia falar. Era o momento de colocar tudo para fora. Ele ia dizer que a amava, ia dizer que a queria de volta. Suspirou devagar e Luana olhou para ele. Paulo começou a falar e BUUUUUUUUMMM.

Tudo ficou escuro no escritório, nada se via, nem um palmo a sua frente. A Avenida Paulista estava um breu, nada se via. As buzinas dos carros gritavam la fora, e algumas pessoas na rua também berravam. Parecia o caos do lado de fora, enquanto ali no escritório Luana se assustou também e dando um salto para frente encontrou os braços de Paulo. Ele era seu protetor ali, era o local onde ela acreditava que aquela escuridão não iria lhe fazer mal. Paulo a abraçou com carinho, pediu calma e se sentaram juntos no canto da sala. Ali ficaram o tempo que foi preciso, ficaram até as luzes voltarem, até o retorno da energia trazer vida para a cidade. Quando a luz voltou, os olhares dos dois se encontraram. Ainda faltava um lugar que precisava de energia, o coração de Paulo. E a energia voltou no momento em que Luana o beijou. 

Já era noite na Avenida Paulista. E a noite revelava que ainda existia dia para aquele casal.

P. A Entrevista #23- Max Valarezo

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Para os amantes do cinema a entrevista da semana é com o criador e apresentador Max Valarezo, do Canal do You Tube chamado EntrePlanos. Neste canal Max consegue trazer diversos ensinamentos sobre técnicas de filmagens, roteiros e outras ferramentas do mundo da sétima arte. Com uma edição sensacional os cinéfilos aprendem a cada semana algo novo em seu canal.


1-) Quais ensinamentos a sétima arte consegue nos transmitir?
São tantos que não dá nem para enumerar. Por um ponto de vista mais técnico, o cinema nos ensina como contar histórias de maneira visual, confiando na combinação entre imagem e som para que possamos conhecer personagens e tramas que possam nos prender a atenção. E com um olhar mais atento, podemos aprender muito sobre roteiro, sobre atuação, sobre fotografia, movimentos de câmera e qualquer outro componente da sétima arte. Já por um ponto de vista mais focado nos enredos que estão sendo contados, cada filme pode nos ensinar uma lição diferente, seja sobre história, sobre emoções, sobre como lidar com a vida. É uma gama imensa de temáticas que podemos encontrar.

2-) Para você, os filmes devem ser vistos com um olhar técnico ou emocional? Por quê?
Devem ser vistos com os dois tipos de olhares ao mesmo tempo. Porque um filme não é apenas um amontoado de aspectos técnicos. Ele é uma história, com uma mensagem, com temáticas, com conflitos humanos. E é o olhar emocional, a nossa capacidade de se envolver com os eventos e personagens , que vai nos permitir avaliar se aquele filme conseguiu ser envolvente ou não.

3-) Como surgiu a ideia de criar o canal EntrePlanos?
Quando ainda estava na faculdade, conheci um canal americano chamado Idea Channel. Os vídeos deles faziam análises sobre cultura pop, mas sempre de forma mais aprofundada, fazendo ponte com filosofia, história, ciência, entre outros. Esse canal me mostrou que seria possível falar de cultura no You Tube de uma maneira que fosse inteligente, mas sem ser pedante ou entediante. Depois, quando estava terminando a faculdade, decidi que meu TCC seria a criação de um canal no You Tube para falar sobre cinema com um olhar aprofundado, interessante e leve. Quando terminei meu TCC, estava no ar o EntrePlanos com o nosso episódio piloto, um vídeo sobre a representação que o filme "Monty Python em busca do cálice sagrado" faz da idade média.

4-) Como uma pessoa pode desconstruir um filme para capturar a mensagem que ele quer transmitir?
Para responder isso da melhor forma possível seria preciso dar um curso inteiro de análise cinematográfica, hahaha. Mas de forma resumida, é preciso estar atento a história e a como ela está sendo contada. Tentar achar padrões no filme (um tipo de evento que se repete, alguma fala, um arquétipo recorrente de personagem) ajuda a perceber quais podem ser os possíveis temas da trama, por exemplo, uma vez que se consegue identificar as principais temáticas de uma história, você consegue ter um olhar mais atento a outros elementos da narrativa que te façam entender as mensagens transmitidas.

5-) Quais foram os cinco filmes em que você absorveu grandes mensagens?
"A viagem de Chichiro" e o "Castelo animado" me ensinaram sobre apreciar a beleza que nos cerca e se deixar encantar com o mundo ao seu redor, mesmo quando se está fora da sua zona de conforto. "Na natureza selvagem" me fez entender melhor o valor de saber estar sozinho. "Blade Runner" foi a primeira ficção cientifica que me mostrou como histórias desse gênero podem nos ensinar muito sobre o que é ser humano. E "Um sonho de liberdade" é uma grande lição sobre como a arte pode nos salvar a alma, mesmo nos momentos de maior dificuldade nas nossas vidas.

Era dia de São Silvestre

domingo, 27 de agosto de 2017

Renan estava muito empolgado para o dia da principal corrida de São Paulo, pelo menos era o que ele dizia para todos. Acostumado com desafios, Renan queria vencer mais essa. Diziam que a corrida era difícil, que eram 15 km de muito esforço e resistência, sem falar na subida da rua Augusta no final, que era vilã de muitos corredores. Mas Renan prometeu para si mesmo que não iria andar em nenhum momento, que iria correr por todo percurso. Depois de muito treinamento ele estava pronto, ou pelo menos achava que estava.

Chegando o dia da corrida ele se animou com as mensagens que recebia enquanto estava a caminho da famosa Avenida Paulista. "Boa sorte", "Tenha uma boa corrida", "Vai lá e arrebenta", "Faça o seu melhor". Eram as mensagens que batiam na tela do seu celular, invadiam a sua mente e fortaleciam o seu corpo. Chegando no local da largada Renan viu várias pessoas, dos mais variados estilos. Ali estavam idosos querendo ter uma saúde de ferro, jovens buscando bater recordes, mulheres buscando mostrar que também eram capazes. Sem falar nos diversos corredores fantasiados, que estavam ali para animar a festa, levando a corrida a se tornar mais divertida.


Quando soou o apito da largada a alegria era geral, todos sorriam, todos corriam em busca de muita endorfina e superação. Renan passou por várias pessoas e encontrou alguns conhecidos de outras competições. Como era gostoso correr, como lhe fazia tão bem. Empolgado, ele sacou o celular do bolso e começou a filmar vários momentos da corrida, onde registrou Homem Aranha e Bob Esponja como adversários da corrida, ou melhor, como companheiros de estrada. Os primeiros quilômetros foram fáceis, nem parecia uma corrida difícil, estava mais para um passeio. Renan aproveitava os Gatorades que eram distribuídos para se hidratar, enquanto corria por locais importantes da cidade, ao som dos gritos da torcida, que incentivava os corredores em todo percurso.

Renan se deliciou correndo pela Avenida Paulista, conheceu de perto o estádio do Pacaembu, se maravilhou ao percorrer o centro velho da cidade. Alias, que cidade bonita, que cidade desprezada por seus habitantes. Longe dos sons de carros e do stress de todo dia São Paulo parecia uma boa cidade de se viver. Pena que esses bons momentos eram tão poucos. Por isso ele tinha que aproveitar. Foi quando Renan chegou na tão difícil subida da Consolação. Era hora de enfrentar a subida e ver se era tudo isso mesmo. Não era. Renan passou sorrindo e dizia para si mesmo

- Cade você, essa é sua força Consolação. Você não é de nada.

Assim Renan terminou a famosa subida parecendo que estava correndo no parque perto da sua casa. Fácil, bem fácil. Virando a rua encontrou a Avenida Paulista lotada de pessoas. Foi emocionante, foi belo. Renan esqueceu do relógio, esqueceu do tempo de corrida. Ele queria apenas aproveitar o momento. E que momento. Renan cruzou a linha de chegada e agradeceu a Deus pelo feito e pela superação. 15 km não foram nada. Estava pronto para mais. Ao pegar a sua medalha, Renan desceu as escadas do Metrô com a sensação de missão cumprida. Valeu a pena. Mas não era o fim. Ele tinha sede de mais. 

5 maiores ataques terroristas da história

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Infelizmente na última semana tivemos um ataque terrorista em Barcelona onde pessoas foram mortas e outras ficaram feridas. Além disso este ano já tivemos ataques em Manchester e muitos outros já aconteceram ao longo da história. Neste texto vou mostrar cinco ataques terroristas que chocaram o mundo.

1-) 11 de Setembro


Este ataque chocou o mundo em 2001, pois ninguém esperava que a maior potência do mundo seria atacada em um dos seus pontos mais importante do país. Dois aviões comandados por Osama Bin Laden e sua organização destruíram as torres gêmeas e mataram várias pessoas. Além disso houveram ataques ao Pentágono que levaram os EUA a repensarem em todo seu sistema de defesa e iniciou a então chamada "Guerra ao terror".

2-) Bombardeio de Wall Street


Não é de hoje que os americanos são alvos de terroristas, pois em 1920 eles já eram atacados e sofriam percas muito grandes. Em um dia normal no simbolo capitalista de Wall Street uma bomba explodiu. Um homem passou com uma carroça e ao parar o seu veiculo em frente de um prédio oficial descarregou uma carga que momentos depois causou uma forte explosão. 30 pessoas foram mortas e 300 ficaram feridas. Infelizmente o culpado nunca foi encontrado, quando ainda nem se pensava em usar a palavra terrorismo.

3-) Bombardeio do Metrô de Londres


Em 2005 três homens bomba se infiltraram no Metrô de Londres e se explodiram chocando o mundo. No mesmo dia, momentos depois, houve uma outra explosão, desta vez em um ônibus de dois andares. Depois de investigações, o crime foi anunciado como obra da Al Qaeda, apesar da policia britânica dizer que o crime pode ter sido realizado por terroristas ingleses. Por fim, 52 pessoas morreram no ataque, e mais de 700 ficaram feridas.

4-) Bombardeio na estação de Bolonha


A Itália também já foi vitima de um ataque terrorista em 1980. Era um dia de férias e a estação de trem estava cheia de turistas viajando pela cidade. Foi quando uma bomba de 23 kg foi acionada causando uma forte explosão na estação, que destruiu a ala oeste do edifício, danificou um trem, destruiu 30 metros da plataforma de embarque e fez cair o estacionamento de Táxis da estação. O ataque foi feito por jovens da extrema direita do país, que deixaram 85 pessoas mortas e 200 ficaram feridas.

5-) Atentado a Paris


A França sofreu também com ataques terroristas, que deixaram para a população uma forte insegurança. O ataque foi feito pelo Estado Islâmico, que organizou uma sequência de ataques, explodindo bombas em locais onde haviam uma grande concentração de pessoas. Bares, restaurantes e uma casa de show foram alvos, além do estádio Stade de France, deixando 129 mortos pelo país.
 

Blogger news

Blogroll

Most Reading