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Êxodo - deuses e reis

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Em um ano de filmes bíblico vemos em Êxodo um filme que tenta ser épico, mas em alguns momentos ele falha por faltar emoção e um pouco mais de paixão colocada pelo diretor Ridley Scott. É difícil de explicar com palavras, mas parece que ficou faltando alguma coisa no filme. A trama é baseada no livro bíblico de Êxodo, que conta a trajetória de Moisés que de príncipe do Egito se transforma em libertador do povo de Israel. A abertura do filme é ótima, com uma intensa cena de batalha, nos lembrando os filmes medievais. A fotografia é muito bonita, algo que o diretor sempre fez bem em seus filmes, mostrando um Egito muito bonito, ainda mais quando a câmera nos traz uma imagem por cima do país. Os efeitos especiais também estão muito bem mostrados, levando os momentos das pragas do Egito serem o ponto alto do filme.


O filme não segue totalmente o que esta escrito na Bíblia, mas isso não faz com que a trama seja abalada ou mudada no seu objetivo final, sendo muito melhor do que o filme Noé. Em muitos momentos temos a nossa fé fortalecida, principalmente na cena do mar vermelho, uma das cenas mais esperadas. Deus é representado por um garoto o que pode levantar algumas criticas, mas para mim não foi algo agressivo. Inclusive achei legal mostrar Ele presente no meio do povo, mostrando que Deus esta sempre com os seus escolhidos. As interpretações dos atores principais também estão muito boas, onde temos Cristian Bale bastante convincente e com uma atuação forte como Moisés. Joel Edgerton como Ramsés também não fica para trás, mostrando um faraó apavorado em meio ao caos, mas muito orgulhoso. O filme é longo, e com isso com altos e baixos, as vezes muito lento. Por fim, achei interessante o realismo trazido, mostrando a reação de Moises em quanto via as pragas atacando o povo do Egito.

Nota: 4

OBS: As notas são computadas de 0 a 5.

A invenção de Hugo Cabret

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Um filme fantástico e muito bonito de se assistir. É desta forma que classifico este filme de Martin Scorcese. A historia nos mostra a difícil vida do garoto Hugo Cabret que após perder o pai se torna órfão na grande Paris e passa a morar dentro do relógio da cidade, enquanto tenta arrumar um velho boneco mecânico, passando a descobrir a história do gênio do cinema George Miliés. O filme é uma homenagem clara a historia do cinema, onde em vários momentos vemos cenas de filmes antigos passando. Os atores infantis nos passam uma inocência ao filme, apesar de eu não ter gostado da interpretação dos atores.


A fotografia do filme é fantástica, onde Martin Scorcese usou toda tecnologia que o cinema oferece para nos trazer uma França muito bonita e porca, assim como era na época. Temos também momentos de humor e uma leveza de romance com um personagem policial. Tudo no filme é feito com um leve toque que transformam as cenas em algo mágico, sendo um filme muito bonito de se ver. Frases motivacionais também são encontradas no roteiro, nos levando a entender que não estamos neste mundo de passagem, mas que somos uma peça muito importante dessa maquina que é o planeta. Para os amantes do cinema somos apresentados a historia de George Miliés, o primeiro diretor de cinema da historia. A invenção de Hugo Cabret é uma viagem pelo mundo do cinema que vale a pena ser feita.

Nota: 4

 

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