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Ainda existe amor a camisa

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Carlitos Tevez esta de volta ao seu time de coração, o Boca juniors. Sim, em um tempo onde os jogadores de futebol não possuem mais ligação com um clube, o atacante argentino resolveu voltar para casa. O motivo? Ser feliz. Então você poderia dizer que ele só voltou por estar em fim de carreira ou machucado, querendo ganhar os últimos milhões que o futebol teria para lhe oferecer. Mas não, pois Tevez esta no auge, foi campeão italiano com o Juventus e chegou a final da Champions League, além de ter retornado para a seleção Argentina. Isso mesmo, Tevez decidiu voltar por se sentir melhor no Boca e estar com a sua família. Para ele parece que futebol não é apenas dinheiro, mas também amor a camisa.

O futebol não apresenta mais tantos jogadores com essa mentalidade, no Brasil então menos ainda. O sobrevivente dessa categoria é o goleiro Rogerio Ceni no São Paulo, só que por outro lado temos Ronaldinho gaúcho que a cada semestre esta em um time diferente. Logo ele que dizia que jogaria pelo Grêmio até de graça. Pois é, até agora o Grêmio ainda não viu a cara dele novamente. O mundo do futebol é movido pelo dinheiro e quando vemos um jogador como Tevez tomar uma decisão como essa é motivo para comemorar, pois não é todo dia que vemos isso, nos mostrando que ainda existe amor no futebol.
Entendo a situação dos jogadores brasileiros, onde na sua maioria eram pessoas pobres que ao verem surgir uma oportunidade de ganhar dinheiro logo foram para Europa, Oriente Médio ou China. O problema é que não existe mais identificação com um clube ou com uma camisa. Não se pode mais dizer como antigamente, onde era dito que Zico era do Flamengo e Pelé do Santos. Pelo menos a torcida do Boca hoje pode gritar: Tevez é do Boca Juniors, e por amor!

Não é sobre Dinossauros. É sobre relacionamentos!

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Quando eu era criança estreou o filme Jurassic Park, um fenômeno de bilheteria que eu não pude assistir no cinema por não ter idade. Ah como eu queria ter visto esse filme na tela grande. Mas depois de mais de vinte anos uma nova oportunidade aparece, esse ano estreou Jurassic World, que também se transformou em um fenômeno de bilheteria com salas lotadas em todo o Brasil e pelo mundo. E então você é uma dessas pessoas com muita vontade de ver os dinossauros atacando e tomando vários sustos. Isso acontece? Sim, acontece, mas não é apenas um filme sobre dinossauros.

Jurassic World consegue ultrapassar o limite dos dinossauros, ele fala de relacionamentos. Durante o tempo do filme nós vemos o irmão mais velho tendo que se relacionar com o irmão mais novo, onde os dois estão prestes a ver os pais se separarem e precisam aprender a lidar com isso. Em outro momento vemos o personagem principal tendo que se relacionar com os Velociraptors, mostrando que o respeito se conquista e não é algo imposto. É interessante vermos como ele consegue dominar pelo respeito animais violentos e carnívoros.


Não é apenas isso, temos uma tia aprendendo a ter um relacionamento real com os sobrinhos, deixando de ser superficial, tendo a clareza de que a vida não é só trabalho, é muito mais família! Jurassic World traz tudo o que o grande publico gosta, trazendo muita ação, muita aventura, uma fotografia fantástica e um ótimo roteiro. Mas se você buscar olhar com mais profundidade ira encontrar algo mais do que isso: ira encontrar seres humanos aprendendo a se relacionar, seres humanos aprendendo a viver fora da sua própria caixa para seguir sobrevivendo. É isso, se relacionar é viver!



Geração 7 a 1

sábado, 11 de julho de 2015

Os entendidos do assunto sempre tentar dar um nome para uma geração. Você com certeza já ouviu falar de geração Z, geração Y e outras letras. Mas observando o comportamento de muitos jovens no Brasil percebo que esta geração tem um nome: a geração dos 7 a 1. Não acredito que tenha sido apenas uma partida de futebol, apenas um apagão como disse o treinador Felipão, mas penso que essa goleada sofrida pelo Brasil representa também o comportamento do povo brasileiro e da nossa nação de modo geral.

Nunca vimos a nossa seleção ser tão humilhada como foi na ultima Copa, ainda dói lembrar daqueles momentos, como perdermos um jogo desse de forma tão humilhante? Ainda jogando em casa. Mas como podemos ter também pessoas que aceitam as goleadas da vida? Todos nós sabemos que a vida bate forte e não avisa o momento, mas alguns aceitam tais goleadas, aceitam perder, aceitam fracassar, aceitam as coisas da maneira como estão.


Poucos são aqueles que colocam as mangas de fora e vão para o ataque, que procuram reverter o placar, que não aceitam ficar para trás. Muitos jovens não procuram melhorar de vida, se acostumam em ter o mesmo emprego, o mesmo salário, o mesmo tipo de formação. Onde estão aqueles que farão uma faculdade? Onde estão aqueles que vão pegar a bola do jogo e virar a partida?  Onde estão os novos empresários? E os novos milionários?

O Brasil como país vive uma situação difícil, mas isso não é desculpa para aceitarmos a goleada e darmos desculpas. Crise são momentos de oportunidades. Infelizmente a nossa seleção de futebol não aprendeu com a ultima porrada na Copa, mas você não precisa ser igual, você pode reverter, você pode mudar. Fazem parte da geração 7 a 1 aqueles que são desanimados, aqueles que não conquistam nada, que ficam chorando nos momentos mais importantes. Não é proibido chorar, é proibido chorar na hora da decisão, na hora em que você tem que avançar. Não aceite ser uma pessoa sem sonhos, o placar da sua vida não reflete quem você é, você pode mudar a situação. 



 

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