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P.A Entrevista #6 - Alison Paese

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A entrevista da semana é fora de série, com o empreendedor Alison Paese. Ele é um cara motivador, apaixonado por agregar valor a vida das pessoas e busca sempre melhorar o desempenho aprendendo com outras pessoas. Alison é também o fundador do canal do You tube Foras de série, onde a cada semana é entrevistado uma pessoa de sucesso. Um canal que sem dúvida vale a pena ser seguido. Bora para a entrevista.


1-) Como surgiu o canal Foras de série?
Foi uma junção de fatores. Eu estava querendo mudar de carreira, construir algo na internet que me desse liberdade para trabalhar, conhecer mais pessoas e ter algum projeto que entregasse algo para as pessoas. Além disso estava cansado de ouvir pessoas dando desculpas para não conduzir as sua vidas. Eu queria mostrar que cada pessoa é responsável pelo seu próprio futuro. Foi então se configurando na minha cabeça uma série de bate papos com pessoas que tem um comportamento transformador  e que pudessem ajudar outras a agir também. O Foras de série é um canal de transformação, é só o começo. Eu diria que as peças ainda estão sendo apresentadas.

2-) O que é ser Fora de série?
Eu procuro pessoas que tenham coisas boas para falar, não me interessa se é rico ou se é pobre, famoso ou anônimo, CEO ou porteiro. Pessoas que tenham um comportamento transformador, seja na sua casa , seu bairro, sua empresa, cidade ou no mundo. Independente da escala de suas ações, buscamos aqueles que estejam fazendo algo para melhorar. Então o ponto em comum é o comportamento. Hoje em dia a maior parte das pessoas chegam até mim por indicações, sinal que todos estão entendendo o que é ser um fora de série.

3-) Quais dicas você daria para reverter crises em frutos?
Na minha opinião adversidades são um ponto de vista. Da mesma forma que as pessoas enxergam como um muro intransponível, outras enxergam como uma oportunidade para ficarem mais fortes e preparados. A escolha é só uma, como você quer se comportar. A consequência cientifica de uma crise pode ser a queda de receita de sua companhia , mas você pode derrubar também o custo pois todo mundo esta disposto a negociar mais, então acaba que a vida operacional do negocio não muda tanto geralmente. Mas claro, você deve ficar mais cauteloso e atento, mas isso é muito diferente de parar e não fazer nada.

4-) Quais devem ser os principais hábitos daqueles que querem ser vencedores na vida?
Não sei se tem um hábito, o mundo é cada vez mais heterogêneo e pessoas dão certo de diversas formas e jeitos, mas eu destacaria três: não acreditar em costumes, crenças limitantes e verdades absolutas. A mente tem que ser muito aberta para encontrar oportunidades no dia a dia. Outro ponto é acreditar mais do que qualquer pessoa no seu negócio e ser mais resiliente. O custo deve ser sempre o mais baixo possível, tem que negociar e chorar todos os custos. Esse indicador é fatal para o sucesso de uma empresa, principalmente Startups.

5-) Como você enxerga o empreendedorismo no Brasil hoje?
O Brasil tem uma cultura empreendedora muito forte, top 3 no mundo eu diria. Mas a quantidade de desafios que um empreendedor tem aqui com certeza não tem em nenhum lugar no mundo, principalmente os custos e burocracia do Estado. O próximo grande salto do ecossistema empreendedor no Brasil, em minha opinião, esta totalmente ligado a cada vez mais empresas privadas e de grande porte "abrindo" as portas para startups. O Brasil sem dúvida é um mercado promissor pelo seu tamanho, diversidade e capacidade de consumo. 

Vicio em pensamento negativo

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Você acorda com medo de algo ruim acontecer? Qualquer dor no corpo para você já significa a morte? Suspira ao fim do dia por ter vencido mais um dia? Aumenta de forma avassaladora as dores que você sofre durante a vida? Se a sua resposta foi sim para a maioria dessas perguntas então eu quero lhe dizer que você é uma pessoa viciada em pensamento negativo. Eu tenho certeza que você sabe que a probabilidade dessas coisas ruins acontecerem é minima, mas mesmo assim você ainda continua com medo desses pensamentos ruins se tornarem realidade.

 
Ao pensarmos de forma negativa o nosso corpo acaba sentindo o reflexo de tais pensamentos, e assim começamos a ter dores de cabeça, dores de estômago, calafrios pelo corpo e tristeza por não conseguirmos vencer a situação. Infelizmente mesmo sentindo todos esses sintomas ainda continuamos a alimentar tais pensamentos. Então você diria que os pensamentos são incontrolaveis, que surgem do nada, mas quero lhe dizer que na verdade você já se viciou em pensar negativo, e digo mais, você já se acostumou com as dores e sente que algo esta faltando quando a cabeça ou estômago não doi. Pois é, são sintomas de vicio em pensamentos negativos.
 
O ser humano é alguém que se acostuma a tudo, e por isso pessoas aguentam viver mesmo com crises de ansiedade e medos terriveis. O problema é que ao se acostumar com a situação torna-se mais dificil reverter a situação, pois a nossa mente acaba acreditando que pensar negativo é o normal. Só que não se engane, pensar negativo não é normal, ainda que você esteja viciado neles, não é normal se sentir negativo. Você não foi criado para dar errado, mas para viver o melhor da vida. Repita isso diariamente para você.

Até aqui tudo muito bonito de se dizer, mas como reverter o quadro negativo? Bem, primeiramente entenda que tudo aquilo que vem também vai, tudo aquilo que entra também pode sair, ou seja, se o pensamento negativo entrou na sua vida ele também pode sair. É uma luta diária eu sei, não é facil, eu te entendo, mas é possível. Como dicas que uso diariamente quero lhe falar para se manter concentrado naquilo que esta fazendo. Se esta lavando a louça se concentre nisso, ao trabalhar se concentre no trabalho, viva o agora, se concentre no momento. Outras duas dicas que me ajudam bastante: praticar esporte libera endorfina e é muito bom, e a meditação para acalmar a mente e manter os pensamentos quietos.

P.A Entrevista #5 - Leandro Beguoci

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Segunda feira é dia de entrevista, e o convidado da semana é um apaixonado pela cidade de São Paulo, seu nome é Leandro Beguoci. Além de ser um palmeirense fanático, Leandro é também é editor e jornalista da Orbital Midia, além de ser professor na Escola São Paulo onde ensina sobre escrita criativa. Leandro também é professor na FAAP e escreve em alguns sites sobre diversos temas, como futebol e comportamento dos jovens.


1-) Como você enxerga o jornalismo no Brasil hoje?
O jornalismo hoje enfrenta o desafio de ser observado e julgado pelas pessoas. Durante muito tempo, nós apenas observamos, investigamos e contamos. Agora, os observadores também são observados. Gosto disso. Acho que jornalistas precisam estar abertos a ouvir as pessoas , a interagir com elas, aprender com elas.

2-) Como funciona o trabalho de um editor?
Há vários tipos de editor e vários trabalhos que eles ou elas podem executar. Mas o papel principal de um editor é ajudar uma pessoa a melhorar o produto final que vai ser entregue as pessoas, apontando problemas, sugerindo alterações, pensando em como torná-lo mais encantador e informado.

3-) Quais são os seus escritores e livros favoritos?
Tive vários, e eles mudam ao longo do tempo. Gosto muito de Jorge Luis Borges e do livro dele, o Aleph. Também sou fascinado pelo Elio Vittorini, e seu livro Ver: amor. Ultimamente ando apaixonado pela escritora Elena Ferrante e seu livro a amiga genial. É espetacular.

4-) Quais foram as recompensas de estudar fora do país?
Estudar fora do país oferece muitas recompensas. Você tem acesso a um ensino de Excelência mundial, e isso ajuda muito tanto no trabalho quanto na vida. Você conhece muitas pessoas e descobre novas perspectivas , o que ajuda muito a pensar em novas respostas para velhos problemas. Além disso, estudar fora te expõe a novos desconfortos. Isso te deixa mais cascudo para enfrentar os desafios da vida. Eu recomendo.

5-) Qual a sua visão do jovem paulista?
O jovem paulista é um conjunto muito grande e diverso de gente. Jovens que vivem no estado de São Paulo tem experiências muito distintas. Somos um estado muito urbano e, ao mesmo tempo, muito rural, apenas para fixar na divisão geográfica. Por isso, acho que não da para generalizar. Os jovens com quem convivo têm muita vontade de fazer muita coisa, mas as vezes não têm formação ou ferramentas para atingir seu objetivo. São pessoas que tem sonhos, mas precisam, urgentemente, encontrar caminhos bem concretos para realizá-los.

 

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