No ano de 2017 foi lançado a quarta temporada de uma das séries que mais mexeram com o grande público, por buscar trazer situações e tecnologias que poderiam estar no dia a dia comum, causando impacto. A cada temporada os fãs ficavam cada vez mais ansiosos para verem o que o seriado poderia apresentar. A critica a respeito do comando da Netflix do produto seguiu forte, pois muitos reclamavam que a essência foi perdida, com os episódios sendo mais leves e coloridos. Em seu quarto ano, temos seis episódios que não estão relacionados entre si, onde cada um trazia um roteiro diferente.
O primeiro episódio é "USS Callister", que traz uma homenagem para a série Star Trek. É um capitulo muito interessante, marcante e um dos melhores da temporada, em que vemos o protagonista Robert, amargurado pelo seu jogo de simulação não ter lhe trago reconhecimento. Para se vingar, ele usa a simulação para colocar seus colegas para lhe servir dentro da nave USS Callister. Dessa forma vemos os clones do game buscando tirar Robert do comando e se libertarem de sua autonomia. É uma bela homenagem a Star Trek e que vai agradar muito os fãs do antigo seriado. Como podemos ver, esse episódio não traz algo impactante como nas temporadas anteriores, mas serve como ótima diversão. O segundo episódio se chama "Arkangel" e traz Jodie Foster na direção. A trama apresenta uma mãe implantando o sistema Arkangel na sua filha, para monitorar os locais onde ela vai. A temática é sobre os perigos da superproteção e o quanto que os pais podem atrapalhar o crescimento de seus filhos por conta dos seus próprios medos.
O terceiro episódio se chama "Crocodile", em que um casal acaba matando um ciclista na estrada. Quinze anos depois uma investigadora usa uma tecnologia para investigar o ocorrido, começando assim uma história de investigação, com um final bastante inteligente. No quarto capítulo, temos um roteiro que traz o romance como pauta, ao usarem um sistema de compatibilidade de pessoas. Temos assim "Hang the DJ", em que um casal apaixonado pelo sistema tenta de tudo para poder ficar juntos, enquanto o sistema não permite que isso aconteça. No final, descobrimos que tudo era uma simulação causada pelo próprio casal verdadeiro, que queriam testar as inúmeras possiblidades de com quem poderia se relacionar. Na quinta trama apresentada, temos um episódio mais chato, chamado "Metalhead", em que vemos cachorros robóticos caçando humanos, em uma sociedade onde temos poucas pessoas. Seria isso um anuncio do futuro, em que a máquina se sobressai ao homem? Por fim, a quarta temporada se encerra com "Black Museum", que é bastante sinistro e também serve como uma homenagem a série Black Mirror. A trama mostra uma garota indo em um museu com diversas tecnologias, que já vimos em outras temporadas do seriado. Por fim, ela queria apenas salvar seu pai, que estava preso sofrendo debaixo de uma tortura do dono do museu. Com altos e baixos, temos uma temporada regular nesse quarto ano de Black Mirror.
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