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Que tem pra hoje Futebol- Temporada 2025

domingo, 4 de janeiro de 2026

Chegamos em mais um fim de temporada do futebol que jogo toda sexta feira, sendo esse meu terceiro ano jogando com a rapaziada. Se tem uma coisa que gosto é jogar esse futebol, tanto por me sentir bem servindo assim como uma terapia, como também pelo fato de não ser um nível tão alta, podendo assim performar melhor. Apesar de falar do nível técnico, percebo que a cada ano temos melhorado e tem sido difícil fazer tantos gols e assistências nesse ano, mas ainda assim consegui bons resultados. Decido dessa vez fazer a contagem do ano cheio, contabilizando assim 33 partidas disputadas, onde marquei 87 gols e distribui 44 assistências.


Todo ano o time acaba fazendo uma camisa oficial, e acabei escolhendo o número dez na minha camisa, fortalecendo a marca R10, como costumo me auto chamar. O engraçado é que o único a ter escolhido a camisa dez fui eu, mostrando ou que sou muito convencido ou que sou bom mesmo e os outros reconhecem. Mas como disse, isso foi só uma brincadeira. O começo do ano foi mais devagar, onde realizei apenas duas partidas, mas a performance foi boa, pois fiz cinco gols e dei cinco assistências. Fevereiro não foi bom, pois após vir de três semanas sem jogar, no meu retorno acabei esticando demais a perna, machucando o posterior de trás da coxa. O mais chato que era apenas o segundo jogo do dia. Fiquei mais um tempo afastado e apenas em março, mas senti com o mal preparo físico  e pouca confiança acabei fazendo oito gols e dei três assistências no mês. O Bruno e o Lucas seguiam jogando, e tivemos a adição de mais um amigo com mensalista, o Phil, que acabou passando mais nervoso que alegria nos times que caia, coitado. Com várias semanas jogando de forma seguida, meu auge veio em abril, quando fiz quatorze gols no mês.

Percebi o quanto era importante a parte física, principalmente no meu caso, com mais de trinta anos, sendo importante que viesse a ter folego. Alternei bons e maus partidas, perdendo muitos gols na frente do goleiro em junho. Retornei para a Academia em julho e consegui melhorar, aguentando melhor os jogos sem me cansar no final deles. Me recordo de ter feito um golaço no ângulo, no último lance, sendo bem legal ver a decepção dos jogadores que estavam de próximo, prontos para entrarem. Gostei muito de jogar com o Lucas, pois nosso futebol se encaixava bem, com boas tabelas, lances bonitos e gols. Mas nem sempre caiamos no mesmo time. O Samuel também se tornou um colega bem legal, além de desenvolver cada vez a amizade com a turma. Parte negativa era aguentar o Alê, que além de ser ruim, sempre reclamava de tudo, mesmo quando estávamos ganhando. De setembro até o final do ano o único m^s que joguei bastante foi em outubro, quando fiz quatro partidas, marcando onze vezes. Fiz bastante gols legais, de fora da área, driblando goleiro, mas também pela primeira vez perdi um pênalti jogando no "Que tem pra hoje". Dezembro foi mais devagar, e já no clima e fim de ano, bati o recorde, ao fazer dez gols em apenas uma noite. Sendo assim, terminei mais um temporada no "Que tem pra hoje", um bom lugar para me divertir a cada sexta-feira.

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