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A batalha no Estreito de Ormuz

segunda-feira, 16 de março de 2026

A guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã segue por mais de uma semana, e aquilo que Donald Trump havia dito, de ser um ataque rápido, não esta saindo conforme ele narrou. O Irã fez contra ataques em bases norte-americanas pelo Oriente Médio, enquanto que a Europa e a China resolveram não entrar no conflito de forma ativa, fazendo assim com que a guerra seguisse por mais dias, com mais explosões, mais mortes e a famosa guerra de narrativas, com cada nação seguindo com um tipo de informação para o mundo. Mas sem dúvidas, o maior empecilho e conflito tem disso por conta de uma rota importante no Estreito de Ormuz, atingindo todos os países economicamente.


Primeiro precisamos entender do que se trata o Estreito de Ormuz, que na verdade é um rota marítima estratégica para todo mundo, e cruciais para o envio do petróleo do oriente para o ocidente. O lugar esta localizado entre o Irã e Omã, conectando assim o golfo Pérsico com o mar da Arábia. Em sua geografia, conforme podemos ver na foto, ele funciona como um gargalo onde passa 20% do petróleo consumido globalmente, além de também passar por ali 20% de gás natural liquefeito. Quando os Estados Unidos começaram a atacar junto com Israel o território do Irã, os iranianos rapidamente tomaram conta do Estreito, bloqueando pelo mendo diversas embarcações, que estavam com medo de atravessar o local e com isso ver seus petroleiros sendo destruídos. Com o bloqueio, houve restrição da chegada do petróleo, e vários países, inclusive o Brasil, começou a sofrer com o problema, já que a população começou a sentir no bolso, com o aumento do preço da gasolina e do diesel. O Irã mostra coragem, já que a China, um aliado deles, é um dos maiores compradores, e está também sendo atingida por essa estratégia iraniana.

Donald Trump ameaçou e disse que se eles prejudicassem o mundo economicamente, iria escoltar com a marinha dos Estados Unidos qualquer um que quisesse passar pelo local. A resposta iraniana? Vamos lá, tentem se forem corajosos. Até o momento, não houve nenhum ataque da Marinha norte-americana em Ormuz, mas temos relatos de que a guarda revolucionária do Irã já explodiu navios. Com isso, quem se beneficiou foi a Russia, que desde a guerra na Ucrânia acabou recebendo pesadas sansões contra o seu país, mas após o fechamento de Ormuz, voltou a vender aos Estados Unidos e outros países, com suas sanções sendo eliminadas. O Irã, percebendo que estava mexendo com muita gente grande e podendo mesmo atrapalhar seus aliados, disse que o Estreito está aberto, menos para os Estados Unidos e Israel, com quem trava uma guerra que já passa de duas semanas. Trump não quer perder, e exigiu para sete nações aliadas se unirem aos Estados Unidos, para que assim possam patrulhar Ormuz, fazendo com que as embarcações cheguem no ocidente. O Irã não quer negociações com Israel e Estados Unidos, pois dizem que não foram eles que começaram a guerra e que o regime se recusa a cair e aceitar as normas de Trump. Pelo visto a guerra seguira ainda por mais semanas e talvez Trump tenha se equivocado no seu ataque contra o Irã.

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