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P.A Entrevista #10 - Alexandre Maron

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Nesta semana a entrevista é com Alexandre Maron, um dos pioneiros na internet no Brasil, quando participava do famoso Podcast RadarPop. Alexandre é jornalista formado na Universidade federeal do Rio de Janeiro e é mestre em Media Management, estudando no Reino Unido. Alexandre é o criador do Podcast Zing, onde fala sobre cultura pop de forma muito profunda.


1-) O quanto a cultura pop evoluiu nos últimos 10 anos?
Ela evoluiu 10 anos na última década, brincadeira. Para mim a principal virada na cultura pop esta em duas coisas: a quebra da estrutura de escassez e na ascensão da multidão como produtora de conteúdo. A estrutura de escassez mantinha você sempre  procurando por coisas difíceis de encontrar. Isso praticamente acabou. E as redes sociais criaram um novo tipo de conteúdo a ser consumido. Um que não é feito por profissionais, mas por nós.

2-) Como a mídia Podcast entrou na sua vida?
Há mais de dez anos eu e o Cris Dias fizemos um outro Podcast chamado RadarPop. Ele durou alguns anos e foi muito legal, referência para muita gente boa por ai. Eu ouço podcasts há mais ou menos esse tempo.

3-) Quais os tipos de conteúdo você consome na internet hoje?
É mais difícil perguntar o que eu não consumo na internet. Basicamente todo meu consumo de conteúdo é digital. As revistas e os livros que eu leio, inclusive.

4-) Como surgiu a ideia do Podcast Zing?
O Zing veio do meu desejo de fazer um podcast sobre cultura pop. O assunto que eu amo. Mas eu sabia que existia muitos bons podcasts sobre o assunto e não queria fazer o que os outros estavam fazendo. Achava que não faria sentido. Eu estava com muita vontade de voltar a fazer algo meu, pessoal. Porque no trabalho, eu cuido de muitas coisas amplas, estratégicas, e acabo não fazendo essas pequenas  coisas prazerosas, botar a mão na massa. Eu boto muito a mão na massa na hora de prototipar um projeto na empresa em que trabalho, mas depois isso segue em frente e eu passo a me envolver menos. Eu queria fazer um programa semanal, com uma voz masculina e uma feminina. Os primeiros seis episódios eu mesmo editei inteiramente e , depois, passei para um editor tocar. O mote principal era mostrar que a cultura pop reflete as discussões do nosso tempo integralmente. Ali estão materializados nosso medos e anseios. Muitas pessoas acham que não, que são só produtos vazios, mas isso não existe. Não poderiam estar mais erradas. Foi dai que saiu o mote conversas profundas sobre assuntos aparentemente banais.

5-) Por que você escolheu estudar Jornalismo?
Porque eu gosto de contar histórias e sempre fui fascinado por uma coisa do jornalismo: a ideia de que você pode ser a testemunha ocular da história, lema do Repórter Esso. Você vai lá, vê e conta tudo depois. Acho isso fascinante. 



A vida é movimento

terça-feira, 5 de julho de 2016

Flavio tinha acordado cedo aquele dia, fazendo algo que ele não estava acostumado a fazer, e por isso tinha os olhos ainda cansados e cabeça meia zonza. Mas porque acordar cedo? Bom, sua terapeuta tinha lhe dito para acordar mais cedo para começar a ter mais energia e alegria. Mas da onde ela tirou essa ideia de que acordar cedo seria bom? Que ser humano normal gosta de acordar cedo? Ainda mais em um sábado, depois de uma longa semana de trabalho. Pois bem, Flavio saiu para fazer a tal caminhada que o médico tinha também lhe receitado. Pois é, a sua vida estava sendo guiada pelos homens da medicina.


Ao sair de casa passou por uma praça onde via várias crianças correndo e se divertindo com os seus pais. Claro, os pais tinham uma baita cara de sono, mas estampavam um sorriso nos lábios. Sério? A essa hora da manhã? Ao seguir caminhando um cachorro veio correndo até ele para querer brincar, e Flavio percebeu que até aquele cachorro conseguia ser mais feliz do que ele. Sera porque o cachorro não pensa em problemas, só pensa no momento que esta vivendo? É, falta muito para mim só pensar no agora, talvez deveria aprender com os cachorros. Encontrar senhores de idade na padaria ou fazendo exercícios já era esperado, e sim, eles estavam ali como já era de se imaginar, com muita vitalidade. Mas de onde vem tanta energia? Eles não deveriam estar dormindo?

Aos poucos enquanto via a vida em movimento, pessoas se divertindo e vivendo, Flavio ia se esquecendo dos problemas dele, ia deixando de pensar somente nos seus problemas e vendo que era possível viver, apesar deles. Flavio começou a reparar nos detalhes que deixava passar na sua rotina normal, ele viu passarinhos nas arvores, viu a luz do sol e aproveitou para se aquecer, viu pais sorrindo por poderem curtir os seus filhos, viu idosos felizes por estarem vivos, viu a vida acontecendo, enquanto as pessoas se movimentavam. Realmente a sua terapeuta estava certa, a vida acontece bem cedo, acontece nas relações, acontece no movimento. Flavio pegou o celular e já se programou para acordar cedo no domingo também. Domingo? Pois é, a vida é para ser vivida!

Um monstro chamado Lebron James

segunda-feira, 20 de junho de 2016

A final da NBA foi emocionante, fazia muito tempo que não víamos séries tão disputadas, dois times com muito talento e jogos sensacionais. Por uma lado tínhamos o time que esta ganhando fãs de jovens por todo mundo, o Golden State Warriors liderado por Stephen Curry e suas cestas de três. Do outro lado tínhamos o calejado Lebron  James carregando o Cleveland Cavaliers. O resultado? Lebron pagou a promessa com a cidade e foi campeão. Mas o que podemos aprender com esse monstro chamado Lebron James?

 
1-) Tenha um sonho a conquistar
 
Não era segredo para ninguém, Lebron sempre quis vencer a NBA, e até chegou a uma final com o Clevland, mas foram varridos em 2007. Lebron ainda queria o seu anel, então partiu para Miami para poder se unir a Chris Bosh e Dwane Wade e assim vencer duas vezes o campeonato. Mas ainda havia um sonho, havia ainda uma promessa com a cidade de Cleveland. Lebron quando saiu disse que voltaria para vencer a NBA com seu time de coração. No ano passado Lebron voltou e chegou na final, mas não desistiu do sonho. Este ano veio com tudo e quando o vimos chorar ao fim do jogo de ontem todos sabia: o sonho estava alcançado, a promessa estava paga.
 
2- Chame a responsabilidade para si
 
O Cleveland não possui um time de estrelas, mas de bons jogadores em suas funções, então Lebron teve que chamar a responsabilidade para si e fazer as coisas acontecerem. Kyrie Irving e Kevin Love subiram de nível ao lado de Lebron, junto com todo time, e é exatamente o que faz um bom líder, ele lidera pelo exemplo, como fez Lebron. Nos momentos difíceis ele chamou o jogo para si, distribuiu tocos e assistência, não fugindo da batalha, não se escondendo em jogos difíceis. O Cleveland conseguiu virar a série final porque Lebron decidiu chamar a responsabilidade.
 
3- Garra
 
O que faz um jogador sair da zona de ataque e vir correndo para a zona de defesa para dar um toco sensacional? Garra, muita vontade de vencer. O que diferencia um vencedor de um perdedor é a vontade de vencer. Lebron não possui o talento de Michael Jordan ou de Kobe Bryant, mas ele consegue se diferenciar pela garra, pela paixão pelo jogo, pela intensa vontade de vencer.
 
4- Tranquilidade e foco
 
Durante os Playoffs Lebron se desligou das redes sociais para focar somente nos jogos, pois seu pensamento era único: vencer. E durante cada jogo nós víamos Lebron tranquilo, que falava pouco, que brigava pouco com o adversário, pois sabia o que queria. Uma frase que ele usou para definir a sua concentração e foco foi: "Mantenha a mente tranquila e jogue fogo". É isso, sem ansiedade, com preparação, mente serena e muito fogo no jogo. Lebron campeão e também MVP das finais. 

P.A Entrevista #9 - Solon Maia

quinta-feira, 16 de junho de 2016

A entrevista da semana é com o desenhista e médico Solon Maia. Ele é o responsável por desenhar e roteirizar as Tirinhas do site "Meus nervos", onde ele mostra através de suas historias a rotina de um médico, mostrando os desafios e problemas da profissão. Além disso, Solon é também médico e tem muita propriedade para falar de uma das profissões mais importantes da nossa sociedade.

Por quê a seleção brasileira perdeu o respeito?

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Ontem a seleção brasileira de futebol acabou vivendo uma das maiores vergonhas em sua história. Acabamos sendo eliminados pela "forte" seleção do Peru, aquele mesmo Peru que sempre fazíamos piada e nunca perdíamos. Aliás, a equipe peruana era sempre digna de chacota e de vitória garantida, mas infelizmente ontem fomos envergonhados. A seleção brasileira aos poucos vai perdendo o respeito e os adversários não temem mais enfrentar o time de camisa amarela. Eu me lembro quando criança que quando o Brasil ia jogar todo mundo parava para assistir, o coração batia mais forte e a torcida era grande, mas hoje em dia o sentimento é de frustração e não tenho mais tanta identificação pela seleção. Há alguns anos que o time não possui identidade, ainda mais depois daquele sonoro e inesquecível 7 a 1 contra a Alemanha. Agora eis um novo vexame, mas por quê? Quais os motivos que levam a seleção brasileira a estar tão mal assim?

1- O técnico Dunga

 
Em sua primeira passagem pela seleção o treinador ganhou tudo o que disputou, menos a Copa do mundo. Ele tinha o time na mão, era rigoroso e os jogadores respeitavam o seu trabalho. Desta vez a história é bem diferente, pois precisávamos de uma renovação depois daquele 7 a 1, e Dunga não era o cara certo para isso, como vemos através de seus últimos resultados. Dunga não possui comando, não entende muito de parte tática e o pior: arruma encrenca com jogadores e acaba assim por não chamar jogadores como Thiago Silva e Marcelo em suas convocações.
 
2- Falta de talento
 
 
Seleção brasileira sempre foi sinônima de craque, jogadores habilidosos que causavam medo e terror nos adversários. Tivemos o melhor de todos os tempos Pelé com Garrincha, a seleção campeã de 70, a magica de 82 liderada por Zico, a geração Romário, craques fora de série como Ronaldo, Rivaldo, Kaká e Ronaldinho. E hoje, o que temos? Temos jogadores esforçados que não possuem capacidade de serem destaques muitas vezes nem em seus próprios times, e outros que ao vestirem a camisa da seleção acabam pipocando. Hulk? Brincadeira né. Jogadores que jogam na China? Que time bom existe por la? Infelizmente estamos pobre de talentos em nossa seleção.
 
3- Falta de força psicológica
 
 
Quem não lembra da Copa de 2014? Aquela cena lamentável de Thiago silva em cima da bola desolado mostra abalo psicológico, e vimos isso nos jogadores durante a disputa de penaltes contra o Chile naquela ocasião. Na derrota para a Alemanha o time estava perdido, sem noção do que estava acontecendo. O tal apagão dito pelo Felipão, nada mais é do que um abalo na mente dos jogadores, que não possuem fibra para vestir a camisa amarela. Erram jogadas fáceis, somem em campo, não chamam a responsabilidade e por fim acabam chorando.
 
4- Não existe amor a camisa
 
 
Antigamente era um sonho para os jogadores vestirem a camisa amarela, eles possuíam paixão e prazer em disputar jogos com a seleção. Jogadores que brigavam com unhas e dentes para jogarem. Edmundo brigava até com treinador por uma vaga, Romário fazia coletiva para forçar uma convocação, Kaká jogou a Copa de 2010 mesmo machucado, assim como Denilson em 2002. Ronaldo fez todo esforço possível para jogar em 2002 também. E agora? Temos jogadores pedindo dispensa da seleção. Só nesta Copa América, cinco jogadores foram cortados, isso mostra que os jogadores não possuem mais amor a camisa amarela da seleção, se preocupam apenas com os rios de dinheiro que recebem em seus clubes.
 
5- A corrupção na CBF
 
 
Não podemos negar que a falta de comando na confederação brasileira afeta muito o desempenho do time. Mas por quê? Você se sentiria motivado a trabalhar em um local onde não possui ordem e tudo é uma bagunça? Pois é, os jogadores parecem também não respeitar a seleção por conta do presidente Marco Palo Del Nero, que é caçado pela justiça, não pode ir em alguns países e ainda por cima toma péssimas decisões na parte administrativa. Sério que a renovação viria a partir de Dunga e Gilmar Rinaldi? Ta de brincadeira né.
 
6- Um craque mimado que não sabe ser criticado
 
 
 
Neymar é o melhor jogador que temos hoje na seleção, o cara que pode fazer a diferença, só que ele é um cara mimado demais. Em um país onde pouco se ganha e valoriza profissionais como professores e médicos vemos o jogador esbanjando na cara de todos a sua vida de festas e diversão. Não é errado viver a vida, mas não acho que seja prudente jogar isso na cara de tantos brasileiros que lutam pelo pão de cada dia com tanto esforço. O pior de tudo é que ele não sabe ser criticado, pois a cada eliminação da seleção ele não consegue assumir que o time esta ruim e não esta jogando nada. Neymar é o símbolo de uma geração frustrada, mimada e que coleciona vergonha e frustração a cada competição. Sabe quantos títulos Neymar já ganhou pela seleção? Nenhum. Pois é, um craque badalado, com talento, mas sem conquistas pelo Brasil. O pior, mimado e não sabe receber criticas.

100 dias de felicidade

sexta-feira, 3 de junho de 2016

O que é alegria? Um sentimento que aparece do nada ou algo que é trabalhado dia a dia? Muitas pessoas buscam a alegria de diversas maneiras, onde alguns buscam festas para se sentir alegres, outros ingerem bebidas alcoólicas para ficarem melhor ou outros tantos preferem viagens e entretenimento para encontrarem alegria na vida tão difícil. Acredito que a alegria é uma decisão, onde você escolhe ver o lado bom da vida, ver o melhor que a vida tem para lhe oferecer e então agir de acordo com aquilo que você acredita. Alegria não é magica, alegria é uma escolha, uma decisão diária.

E ser feliz é possível? A felicidade é o principal objetivo das pessoas, um alvo que muitos perseguem pela vida toda. Mas o problema é que as pessoas confundem felicidade com o fato de obter coisas, e assim pensam que quando tiverem um carro zero serão felizes, que quando casar serão felizes, que quando tiverem uma casa de luxo conseguiram finalmente alcançar a felicidade. A frustração acontece quando ao conquistarem aquilo que queriam, acabam então percebendo que a felicidade não estava ali, e partem agora para uma jornada sem fim em busca da felicidade.

 
A felicidade não esta em coisas, mas nas experiências da nossa rotina. Se você ficar nessa meta de alcançar algo para ser feliz poderá terminar frustrado no final. Precisamos observar melhor o que acontece ao nosso redor, pois em cada momento existe sim um ponto de felicidade. Ela pode estar em um almoço em família, em um cinema com quem você ama, uma caminhada no parque, ao comer algo que você gosta tanto. Na verdade a felicidade se encontra nas coisas simples do dia a dia. A vida não é apenas pressões, conflitos e problemas. Rejeite viver uma vida dessa forma, porque a vida é muito mais que isso, ela é feita de coisas boas para desfrutar, coisas belas para se ver e muitas possibilidades em nossa jornada de vida.
 
Sendo assim eu gostaria de desafiar você a ser feliz por 100 dias seguidos. Você conseguiria esse feito? Esse é um projeto que faz muito sucesso no mundo, onde pessoas diariamente batem foto de um momento feliz do seu dia, e postam em alguma rede social para manter a disciplina. Parece fácil mas não é, pois 71% das pessoas que iniciam o projeto abandonam antes do final. Esse projeto faz com que você programe seu cérebro para ver algo de bom na sua rotina. Com certeza ao fim do projeto você já estará habituado a encontrar a felicidade na sua vida todo dia. Não importa se o dia é bom ou não, sempre é possível ver algo positivo nele. Bora ser feliz? Aceite o desafio e nas suas fotos coloque a hashtag #100HappyDays e uma hashtag contando cada dia até chegar ao 100.
 
OBS: Para quem quiser acompanhar meus 100 dias de felicidade, eu estou postando as minhas fotos no meu Instagram. Meu perfil é Rafaeel10.

P.A Entrevista #8 - Tiago Moralles

terça-feira, 31 de maio de 2016

Você já ouviu falar de Microcontos? Pois a entrevista dessa semana é com o escritor de Microcontos Tiago Moralles, que em seu Blog Penates escreve historias curtas, com poucas letras. Além de ser escritor de Microcontos ele também é redator publicitário e já escreveu um livro de contos chamado "São Paulo cidade expressa". Vamos a entrevista:

 
 1-) Como você percebeu que tinha talento para a escrita?
Cara, na real, eu sempre fui uma negação para Português. Eu era muito bom com Matemática. E ser ruim em Português fez eu me cobrar por isso. Ai você acaba lendo mais, e por ler mais acaba escrevendo mais, e por escrever mais acaba melhorando um pouco
 
2-) Por que escrever Microcontos?
Então, eu comecei com Microcontos porque foi o gênero que me chamou a atenção. Simples assim. Gosto. Mas antes dos Microcontos eu já escrevia umas crônicas. Os Microcontos foram só uma forma literária de usar uma ferramenta , que na época era o Twitter.
 
3-) Como surgem as ideias para escrever Microcontos?
As ideias de um Microconto, pra mim, surgem da mesma forma de ideia para um texto maior. Não vejo distinção. A diferença é que as vezes você não precisa dizer muito para contar uma história, só isso.
 
4-) Existe espaço para os Microcontos se tornarem mais populares no Brasil?
Existe espaço e público. O problema é que muitos Microcontistas misturam o foco, então um Microconto deixa de ser uma história, pra virar uma reflexão, uma frase de efeito, um pensamento. E o que tinha potencial de ser história, deixa de ser. Mas nada muito grave. Só acho que as micronarrativas não vão mais tão longe por coisas assim.
 
5-) Trabalhar com publicidade influência de que maneira a sua escrita?
No caso dos Microcontos, influência na concisão. A publicidade exige sempre um resumo da mensagem. Ou pra 30 segundos na TV ou para um titulo na revista. Então exercitar a narrativa rápida é sempre bom. Por outro lado a publicidade pede cada vez mais uma "história" na hora de criar uma campanha, por exemplo. E ter o olhar treinado para narrativas ajuda mais ainda.
 

 

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